“SÓ TEMOS UMA VIDA. PRECISAMOS VIVER INTENSAMENTE, APROVEITAR CADA MOMENTO.” É mesmo?

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Ouvi isso numa música secular recém lançada. Não exatamente dessa forma, mas a ideia era a mesma. O refrão era algo tipo “a gente só vive uma vez. Então se arrisca, beija, porque o amor não vem com estrela na testa”. Fique pensando e já vou entregar o tema central do texto logo aqui mesmo — quem acompanha sabe que eu não faço isso: se temos apenas uma vida para viver e apenas um amor verdadeiro, não deveríamos nos preservar para que a pessoa dos nossos sonhos encontre alguém inteiro? Quero dizer, não deveríamos nos guardar para o nosso amado (ou amada)?

O mundo diz que devemos aproveitar cada momento da vida porque ela é uma só, é curta e não podemos ter arrependimentos; devemos conhecer muitas pessoas, namorar muitas pessoas até encontrar aquela especial. Esse pensamento é até coerente com a lógica terrena, mas não combina com a lógica celestial. Dizer que temos que namorar bastante para depois nos casar é o mesmo que dizer que devemos entrar nas lojas, experimentar todas as coisas que tem nela e depois sair sem levar absolutamente nada. Estranho, não é? Desonesto eu diria. A questão é que precisamos passar toda essa única vida nos preparando para o nosso amor e, quando encontrarmos, devemos viver para ele em honra e amor, como Deus ordena.

Precisamos zelar pelo nosso corpo, nossa mente, nosso relacionamento com Deus para que nosso cônjuge receba um presente e não entulhos de uma vida destruída quando se casar conosco. Cuidar da vida de solteiro é de suma importância. Fugir de namoros e encontros em excesso e desregrados é um grande passo para guardar-nos do mundo e preservar os sentimentos para entregá-los à pessoa certa. Ou você acha que não tem problema encontrar seu amor depois de 10 relacionamentos? Se você pensa assim, precisa urgentemente ver o que a Bíblia diz a respeito da sua integridade física e emocional.

As frustrações dos relacionamentos passados nos trazem neuras e desconfianças. É bem melhor guardar os sentimentos do que apresentar os restos de uma vida sentimental devastada àquele (a) que Deus nos reservou. Então, contrariando a música, se temos apenas uma vida devemos reservar-nos a ser melhores para a única pessoa que será digna de tomarmos por cônjuge.



Helen Cristina | Cartas de uma Rebeca 

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